sexta-feira, dezembro 09, 2011
quinta-feira, dezembro 01, 2011
And so it goes
Neste feriado partilhamos convosco um dos nossos favoritos, And so it goes, de Billy Joel, no arranjo de Bob Chilcott.
Dido and Aeneas
Aqui vos deixo o final da ópera Dido e Eneias de Henry Purcell com o Grupo Vocal Olisipo. Maria Luisa Tavares interpreta Dido. Enjoy.
terça-feira, novembro 22, 2011
Olisipo em Santarém
Partilhamos convosco um excerto do concerto do passado dia 20 em Santarém com a Missa a 8 vozes de Rodrigues Esteves. O Grupo Vocal Olisipo apresentou-se com oito cantores, a saber: Elsa Cortez e Susana Duarte (sopranos), Luisa Tavares e Lucinda Gerhardt (mezzo-sopranos), João Sebastião e Jorge Rodrigues (tenores) e Armando Possante e Hugo Oliveira (Barítonos) e foi acompanhado ao órgão por António Esteireiro.
segunda-feira, novembro 21, 2011
Olisipo em Santarém
Partilho convosco algumas imagens captadas na Igreja de Nossa Senhora de Jesus do Sítio onde o Grupo Vocal Olisipo cantou este Domingo. O concerto fez parte de uma peregrinação pelos órgãos históricos de Santarém.
É sempre bom cantar para uma casa cheia, sobretudo quando se faz boa música com bons músicos. Obrigado aos scalabitanos e ao restante público.
É sempre bom cantar para uma casa cheia, sobretudo quando se faz boa música com bons músicos. Obrigado aos scalabitanos e ao restante público.
sábado, novembro 19, 2011
Olisipo em Fátima
Em vésperas do concerto do GVO em Santarém, partilho convosco três vídeos registados no passado dia 17 de Junho em Fátima, aquando da entrega do prémio Árvore da Vida ao nosso amigo Eurico Carrapatoso. Apesar de não terem a melhor das qualidades sonoras, espero que os vídeos partilhados pela Pastoral da Cultura consigam revelar o momento especial que se viveu em Fátima. Para quem não esteve presente e nos quer ouvir a cantar Carrapatoso, há que esperar por Dezembro...
sexta-feira, novembro 18, 2011
Olisipo em Santarém
No próximo Domingo, dia 20, o GVO estará em Santarém para um concerto inserido no II Ciclo de Órgão. Será o último de sete mini-concertos realizados durante uma peregrinação pelos órgãos históricos da cidade e está previsto para as 18.00 na Igreja do Senhor Jesus do Sítio. Iremos interpretar andamentos da missa a oito vozes de Rodrigues Esteves em conjunto com o organista António Esteireiro.
O grupo de cantores conta com colaboradores de longa data do grupo, bem como alguns dos mais recentes, sendo formado por Elsa Cortez e Susana Duarte (sopranos), Lucinda Gerhardt e Luísa Tavares (mezzo-sopranos), João Sebastião e Jorge Rodrigues (tenores) e Armando Possante e Hugo Oliveira (baixos).
Porque não um passeio pela capital do gótico para ouvir boa música?
O grupo de cantores conta com colaboradores de longa data do grupo, bem como alguns dos mais recentes, sendo formado por Elsa Cortez e Susana Duarte (sopranos), Lucinda Gerhardt e Luísa Tavares (mezzo-sopranos), João Sebastião e Jorge Rodrigues (tenores) e Armando Possante e Hugo Oliveira (baixos).
Porque não um passeio pela capital do gótico para ouvir boa música?
domingo, outubro 02, 2011
Sons de Almada Velha
Será já no próximo dia 29 de Outubro que o Grupo Vocal Olisipo se voltará a apresentar no Festival "Sons de Almada Velha", pelas 21 horas, na Igreja de Nossa Senhora do Bom Sucesso (Cacilhas). Serão interpretados os Responsórios das Matinas de Sábado Santo de Francisco Martins e o Requiem a 8 vozes de Duarte Lôbo. Neste concerto o Grupo Vocal Olisipo contará com os cantores Elsa Cortez e Susana Duarte (sopranos), Lucinda Gerhardt e Maria Luísa Tavares (contraltos), João Moreira e João Sebastião (tenores) e Armando Possante e Ricardo Martins (baixos).
quarta-feira, maio 05, 2010
Olisipo em Alcobaça
Nesta Sexta-feira, dia 7, às 21.00 o Grupo Vocal Olisipo estará de volta ao Mosteiro de Alcobaça. Iremos participar num concerto no âmbito do programa presidencial Roteiro das Comunidades Locais Inovadoras e teremos a oportunidade e a honra de cantar para o Presidente da República.
O nosso programa terá peças de Francisco Martins e o concerto terá entrada livre, pelo que todos os amigos da região Oeste estão convidados a estar presentes. Até lá!
quarta-feira, janeiro 06, 2010
Olisipo em São Roque

É já na próxima segunda feira dia 11, pelas 19 horas, que o GVO vai regressar à Igreja de São Roque para interpretar as obras "Beatus vir" e "Magnificat a 8 vozes" de C. Monteverdi e a Missa em sol m de J.S.Bach, em colaboração com a Camerata da Orq. Sinfónica Juvenil, sob a direcção do maestro Filipe Carvalheiro. Para este concerto, o Grupo Vocal Olisipo apresenta-se com os sopranos Elsa Cortez, Marisa Figueira e Rita Venda, os contraltos Lucinda Gerhardt, Maria Luísa Tavares e Maria de Fátima Nunes, os tenores Diogo Cerdeira, João Moreira e Sérgio Peixoto e os baixos Armando Possante, Carlos Pedro Santos e Sérgio Silva. A entrada é livre!
terça-feira, abril 28, 2009
Matar saudades...em Elvas, em Maio
Iniciaram-se ontem os ensaios para o nosso próximo concerto, dia 30 de Maio em Elvas. Iremos, ao fim de vários anos de interregno, voltar a interpretar o nosso Requiem de Estêvão de Brito, juntamente com os Responsórios de Francisco Martins gravados para a Dialogos. Será um concerto revivalista e estranhamente "íntimo", já que seremos apenas 4 (!) - Elsa Cortez, Lucinda Gerhardt, Diogo Cerdeira e Armando Possante - ao contrário do que tem sucedido nos últimos concertos, maioritariamente realizados com seis ou oito cantores. Aqui fica desde já o convite para nos acompanharem nesta viagem e se deslocarem a Elvas para ouvir novamente o Requiem.
quarta-feira, abril 22, 2009
Dias da Música
No próximo dia 25, pelas 16 horas, estaremos no Pequeno Auditório do CCB com o "Magnificat em Talha Dourada" do Eurico Carrapatoso. Desta vez, seremos dirigidos pelo maestro Cesário Costa e iremos trabalhar com a Orquestra do Algarve (na parte das cordas). De resto, o Olisipo irá apresentar-se com Elsa Cortez e Susana Duarte (sopranos), Lucinda Gerhardt e Maria de Fátima Nunes (contraltos), Diogo Cerdeira e Sérgio Peixoto (tenores) e Armando Possante e Ricardo Martins (baixos). Para nos ambientarmos, estaremos no Algarve dias 23 e 24 a ensaiar com a orquestra. Para quem gostar, há sempre a possibilidade de comprar o CD desta obra gravado ao vivo há quase 10 (!) anos. E, já agora, fica a informação de que o concerto será gravado e transmitido pela Antena 2 e pela Euroradio. Apareçam!
quinta-feira, março 05, 2009
quinta-feira, janeiro 22, 2009
CCB - Ciclo "Concertos à Conversa"

O Grupo Vocal Olisipo irá apresentar-se no próximo dia 1 de Fevereiro às 11.00 no Pequeno Auditório do CCB, no primeiro concerto do ciclo "Concertos à Conversa", com comentários de Manuela Toscano. A primeira parte do concerto estará a cargo dos cantores Alexandra Moura e Job Tomé, acompanhados respectivamente pelos pianistas João Vasco e Jaime Mota. Na segunda parte, o Grupo Vocal Olisipo, desta vez com os cantores Elsa Cortez, Lucinda Gerhardt, Maria de Fátima Nunes, Diogo Cerdeira, Armando Possante e Carlos Pedro Santos, irá interpretar música sacra e secular de Mendelssohn, Brahms, Rheinberger e Reger. A não perder!
terça-feira, junho 24, 2008
Corpo e Alma


O Grupo Vocal Olisipo está neste momento em ensaios para a ópera Corpo e Alma de Christopher Bochmann, que terá a estreia mundial no próximo dia 28, Sábado, às 21.00 no Salão Nobre do Teatro Nacional de S. Carlos. O grupo será formado por cinco cantores, Elsa Cortez, Lucinda Gerhardt, Susana Moody, Diogo Cerdeira e Ricardo Martins. Dos cinco cantores habituais falto eu, que estarei em cena no papel de Pedro e a Luisa Tavares, que nestes dias estará na Holanda, em gravações com o Kassiopeia Quintett.
A entrada é livre, mediante a apresentação de bilhetes que se podem reservar no site da Orquestra Sinfónica Juvenil e esperamos ver por lá muitos dos nossos ouvintes habituais.
quarta-feira, abril 02, 2008
E crítica no Público!
...e a Terra terá tremido?
Manuel Pedro Ferreira
A Semana Santa foi ocasião para dois concertos de temática cristã, envolvendo agrupamentos musicais e canstelações sonoras contrastantes. No CCB, tivemos o Stabat Mater de Luigi Boccherini (versão de 1871) interpretado por Enrico Onofri à frente do Divino Sospiro, especializado em música barroca; foi precedido pela estreia absoluta do Stabat Mater de Eurico Carrapatoso, encomendado para esta ocasião, com a Orchestrutopica e o Grupo Vocal Olisipo, sob a direcção de Cesário Costa. Em S. Vicente de Fora, pudemos ouvir instrumentistas das orquestras Metropolitana de Lisboa e Académica Metropolitana, sob a batuta de Michael Zilm, tocar uma obra de 1964 de Olivier Messiaen, Et expecto resurrectionem mortuorum; e escutamos ainda (entremeado com a orquestra) o Coro Gregoriano de Lisboa, dirigido por Helena Pires de Matos, cantar um próprio gregoriano da Missa. Este coro, seja pela qualidade individual das vozes, seja pela justeza dos tempo, pelo equilíbrio do fraseado ou pela adequada leitura rítmica dos neumas, apresentou com inexcedível dignidade ou cânticos que tradicionalmente pontuavam a Missa de Páscoa. Fazê-lo na noite de Quinta-feira santa é litúrgicamente impróprio, mas porque se deveria exigir aos promotores de concertos uma sensibilidade litúrgica hoje rara na igreja?
Na obra de Messiaen, os percussionistas e e instrumentistas de sopro da Metropolitana foram notáveis, embora a sincronia de ataques entre metais e madeiras, reconhecidamente difícil de obter, não fosse de início perfeita. A direcção simultâneamente calma e incisiva de Zilm logrou obter, em todo o caso, um efeito transparente e poderoso. A música de Messiaen, invulgarmente colorida e abrangente, de ex+ressão ora agreste, ora excitante, ora reparadora, continua a interprlar-nos o imaginário. Como diz o ofertório gregoriano, agora cantado, com essa evocação da ressurreição " a terra estremeceu e ficou em paz".
Mas teremos nós, na noite anterior estremecido? Terá havido estranheza e comoção? Visceral mobilização? Houve, decerto, beleza a rodos: em doses intermitentes, no Stabat Mater de Boccherini; em doses mais fluentes, no de Carrapatoso. A partitura mais antiga, que justapõe secções inspiradas com outras algo rotineiras, foi executada com esmero e com invulgar atenção ao detalhe; a meio-soprano búlgara Alexandrina Pendatchanska destacou-se pela beleza do timbre e pela capacidade de contrastação dinâmica, mas revelou-se uma escpolha problemática como solista no capítulo da dicção (as palavras mal se percebiam) e da emissão vocal a partir do mezzo-forte (vibrato indistinguível de um trilo). Em contrapartida não houve nada de negativo a apontar à realização sonora do Stabat Mater de Carrapatoso: os músicos da Orchestrutopica estiveram ao melhor nível, com o Grupo Vocal Olisipo, e o barítono Armando Possante (também director do Olisipo, e um dos solistas gregorianos do concerto de quarta-feira) foi um solista excelente. A coesão do conjunto, a justa percepção dos detalhes da textura e da orquestração, deve-se ao cuidado posto nesta obra pelo maestro Cesário Costa, ajudado por um compositor que faz gala em escrever clara e detalhadamente. (...) O resultado é lindo. (...)
Manuel Pedro Ferreira
terça-feira, abril 01, 2008
Crítica no Expresso
Homenagem às mães dolorosas
Estreia no CCB do "Stabat Mater" de Eurico Carrapatoso
PontoContraPonto é uma das iniciativas mais interessantes do CCB: o convite à descoberta dos contrastes e paralelos entre duas obras com algo de comum, executadas no mesmo concerto. Desta vez a comparação era entre dois Stabat Mater: o de Eurico Carrapatoso (n. 1962) - uma encomenda do CCB em estreia absoluta - e o de Luigi Boccherini (1743 - 1805), composto em 1781; o primeiro tocado pela Orchestrutopica e o segundo pelo Divino Sospiro - as duas orquestras residentes (outra iniciativa louvável) do CCB. Foi, a quase todos os níveis um concerto perfeito.
(...)Em 1801 (Boccherini) compôs uma nova versão do Stabat Mater com mais dois solistas (contralto e tenor), "para evitar a monotonia duma única voz". Mas o perigo da monotonia não existe quando a cantora é do calibre de Alexandrina Pendatchanska - um soprano de voz cálida e apurada técnica que encantou o público que enchia o palco do CCB. O ambiente claustrofóbico e de luto negro dos bastidores quadrou-se bem com esta versão devota e íntima, às vezes ciciada da obra de Boccherini. Pendatchanska coloriu primorosamente o texto medieval, encontrou uma voz moribunda para o "Quando corpus morietur" e rematou brilhantemente, num crescendo cada vez mais claro, os Amens finais. Muito bonita prestação do Divino Sospiro sob a direcção de Enrico Onofri (embora às vezes eu tivesse preferido uma leitura menos arrastada).
Ainda mais notável foi a estreia do Stabat Mater de Carrapatoso - uma variante mais profana, com um soneto de Camões ("Dece do Ceo imenso Deus benino") bem pregado na cruz do texto tradicional. Não se perde uma sílaba (ao contrário do que acontece em Boccherini) e os tímbres das notas refulgem individualmente: a música de Carrapatoso faz a apologia do texto, da melodia e da tonalidade. À frente da Orchestrutopica, Cesário Costa continua a afirmar-se como o nosso melhor (e mais versátil) maestro. A obra começa no trompete (excelente António Quítalo), seguindo-se uma sequência de notas soltas no piano, quais sete lágrimas ou dores cravadas no coração de todas as mães. Há solos plangentes do violoncelo (Marco Pereira), intervenções apocalípticas da trompa, cordas percutidas do contrabaixo e o estilo declamado e homofónico do barítono solista, o excelente Armando Possante (também director do Grupo Vocal Olisipo, encarregado da parte coral). Este Stabat Mater vive dos contrastes entre as notas soltas do piano ou da percussão e o fluir untuoso das cordas e metais. Um dos prazeres maiores é a descoberta de translacções e simetrias - as intervenções do piano (Elsa Silva), a espiritualidade do falsete dos fins das estrofes, etc. A simetria maior é a do próprio tema: um Deus que se fez homem para que o homem pudesse ascender ao divino. Ou, no estro de Camões, "Se o homem quis ser Deus, que Deus seja homem."
Jorge Calado
Estreia no CCB do "Stabat Mater" de Eurico Carrapatoso
PontoContraPonto é uma das iniciativas mais interessantes do CCB: o convite à descoberta dos contrastes e paralelos entre duas obras com algo de comum, executadas no mesmo concerto. Desta vez a comparação era entre dois Stabat Mater: o de Eurico Carrapatoso (n. 1962) - uma encomenda do CCB em estreia absoluta - e o de Luigi Boccherini (1743 - 1805), composto em 1781; o primeiro tocado pela Orchestrutopica e o segundo pelo Divino Sospiro - as duas orquestras residentes (outra iniciativa louvável) do CCB. Foi, a quase todos os níveis um concerto perfeito.
(...)Em 1801 (Boccherini) compôs uma nova versão do Stabat Mater com mais dois solistas (contralto e tenor), "para evitar a monotonia duma única voz". Mas o perigo da monotonia não existe quando a cantora é do calibre de Alexandrina Pendatchanska - um soprano de voz cálida e apurada técnica que encantou o público que enchia o palco do CCB. O ambiente claustrofóbico e de luto negro dos bastidores quadrou-se bem com esta versão devota e íntima, às vezes ciciada da obra de Boccherini. Pendatchanska coloriu primorosamente o texto medieval, encontrou uma voz moribunda para o "Quando corpus morietur" e rematou brilhantemente, num crescendo cada vez mais claro, os Amens finais. Muito bonita prestação do Divino Sospiro sob a direcção de Enrico Onofri (embora às vezes eu tivesse preferido uma leitura menos arrastada).
Ainda mais notável foi a estreia do Stabat Mater de Carrapatoso - uma variante mais profana, com um soneto de Camões ("Dece do Ceo imenso Deus benino") bem pregado na cruz do texto tradicional. Não se perde uma sílaba (ao contrário do que acontece em Boccherini) e os tímbres das notas refulgem individualmente: a música de Carrapatoso faz a apologia do texto, da melodia e da tonalidade. À frente da Orchestrutopica, Cesário Costa continua a afirmar-se como o nosso melhor (e mais versátil) maestro. A obra começa no trompete (excelente António Quítalo), seguindo-se uma sequência de notas soltas no piano, quais sete lágrimas ou dores cravadas no coração de todas as mães. Há solos plangentes do violoncelo (Marco Pereira), intervenções apocalípticas da trompa, cordas percutidas do contrabaixo e o estilo declamado e homofónico do barítono solista, o excelente Armando Possante (também director do Grupo Vocal Olisipo, encarregado da parte coral). Este Stabat Mater vive dos contrastes entre as notas soltas do piano ou da percussão e o fluir untuoso das cordas e metais. Um dos prazeres maiores é a descoberta de translacções e simetrias - as intervenções do piano (Elsa Silva), a espiritualidade do falsete dos fins das estrofes, etc. A simetria maior é a do próprio tema: um Deus que se fez homem para que o homem pudesse ascender ao divino. Ou, no estro de Camões, "Se o homem quis ser Deus, que Deus seja homem."
Jorge Calado
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
Requiem de Manuel Cardoso
O Grupo Vocal Olisipo vai fazer uma mini digressão neste fim-de-semana. Será pequena no número de concertos, apenas dois, mas grande na dimensão e qualidade do programa apresentado e também na distância entre os concertos.Vamos apresentar uma das mais belas obras da polifonia renascentista, o Requiem de Frei Manuel Cardoso, bem como alguns motetes de compositores seus contemporâneos, Estêvão de Brito, Filipe de Magalhães, Estêvão Lopes Morago e Duarte Lobo.
O primeiro concerto é no Sábado às 21.30 na Igreja da Senhora do Porto no Porto e está inserida no ciclo de concertos "Páscoa no Porto 08", em associação com o projecto "Porto Bairro a Bairro".
No Domingo às 18.00 estaremos na Sé de Évora, num concerto organizado pelos nosso amigos do Eborae Mvsica, inserido no ciclo de concertos "A Quaresma na Escola de Música da Sé de Évora" e nas comemorações dos 700 anos da Dedicação da Sé de Évora. Já que estamos em maré de comemorações, é também um concerto que vai marcar os 20 anos de actividade do nosso grupo.
Vai ser, sem dúvida, uma emoção cantar esta obra maravilhosa no local onde terá sido ouvida há 400 anos.
O GVO apresenta-se com seis cantores: Elsa Cortez, Susana Duarte, Catarina Saraiva, Lucinda Gerhardt, Diogo Cerdeira e Armando Possante. Sentiremos a falta da Luisa Tavares que, por compromissos profissionais, não poderá estar conosco.
quinta-feira, fevereiro 21, 2008
Vinte anos
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